terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Atribuição causal

Face a um acontecimento, por exemplo, um comportamento, o indivíduo procura com frequência inferir-lhe a causa. F. Heider, em primeiro lugar, insistiu na necessidade de um estudo destas inferências, que permitem conhecer os invariantes causais de um meio ambiente, que se podem então dominar. Assim, um comportamento pode ser explicado em termos de causas ou de razões, por factores situacionais ou disposicionais (causalidade externa ou interna), estáveis ou instáveis. As atribuições causais dependem do tipo de comportamento explicado (uma emoção, uma ocorrência comportamental ou uma acção intencional) e do estatuto da pessoa que o explica (o próprio actor: auto-atribuição, ou um observador: heteroatribuição). Elas implicam, ao mesmo tempo, a intervenção de esquemas causais (modelos de inferência) e de saberes prévios ou teorias implícitas. Elas equivalem com frequência a uma imputação de responsabilidade. Partida do estudo da actividade científica do homem da rua, a investigação sobre a atribuição evoluiu para uma análise dos enviesamentos e distorções do pensamento quotidiano. Finalmente, se bem que as grandes teorias da atribuição (F. Heider, E. E. Jones e K. E. Davis, H. H. Kelley) se tenham debruçado, sobretudo, sobre a explicação dos comportamentos, o conceito de atribuição refere-se também à explicação dos reforços e dos desempenhos.
O estudo da explicação dos comportamentos revelou uma tendência bastante sistemática para privilegiar as causas internas, em detrimento das causas externas (erro fundamental de atribuição, ou enviesamento de correspondência). Isto pode relevar de factores motivacionais (necessidade de autodeterminação), perceptivos (saliência do actor), normativos (utilidade social das explicações internas) ou cognitivos. Diversos modelos cognitivos recentes definem as fases do processo de atribuição, e estabelecem que uma atribuição interna é uma das primeiras fases, que ela implica poucos recursos cognitivos, se realiza de maneira mais ou menos automática, exigindo as atribuições externas um trabalho adicional mais custoso. Trata-se aí talvez de uma especificação das culturas individualistas.

Ersoc

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domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Programa de Ecologia - 11.º Ano

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sábado, 6 de Fevereiro de 2010

EFA - Ensino Básico

Disponibilizada pela ANQ, esta publicação constitui um instrumento de trabalho orientador do desenvolvimento do módulo “Aprender com Autonomia”, que apresenta o desenho curricular dos Cursos de Educação e Formação de Adultos de nível básico (B1, B2 ou B3).

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sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Programa de Área de Expressões - Cursos Profissionais

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quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

A Evolução da Vida na Terra

Pequeno excerto da série "Cosmos" de Carl Sagan, onde a evolução é descrita até ao ser humano. Excelente para as disciplinas que abordam o tema, como Psicologia A e Biologia.

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quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Planeta Terra 2007 - National Geographic

Excelente documentário que aborda os principais problemas ambientais à escala mundial, apontando os países mais poluidores e aqueles que decidiram diminuir as suas emissões de carbono e reduzir a pegada ecológica. Didáctico e esclarecedor.

http://www.dvdpt.com/p/planeta_terra_2007.php

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terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

O poder do cérebro - Neurofisiologia

Como funciona o cérebro humano? Este documentário, intitulado "O Poder do Cérebro", aborda o fascinante tema da neurofisiologia de uma forma acessível.

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segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Programa de Desenho - Curso Profissional de Modelista de Vestuário

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